.

.
A criar canários desde 1982 - STAM 666H
Criamos atualmente - Gloster Fancy, Arlequim Português, Lipocrómico Vermelho

Telm: 968 094 048
E-mail: goncaloferreira.canarios@gmail.com
Principais Títulos

Campeão Mundial

Arlequim Português

Campeão Nacional
Arlequim Português; Gloster Fancy e Isabel Vermelho Mosaico

Campeão Internacional COM - Atlântico
Campeão Internacional COM - Reggio Emilia

Arlequim Português

Campeão CCAP - Clube Canário Arlequim Português
Arlequim Português

Best in Show Monográfica Terras do Sado
Arlequim Português

Best in Show GCP - Gloster Clube Portugal
Gloster Fancy
Mostrar mensagens com a etiqueta Border Fancy SH. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Border Fancy SH. Mostrar todas as mensagens

16/07/10

Border Fancy - Evolução nos Últimos 100 Anos

Fotografia: Autor Desconhecido


"Este trabalho é o resultado de pesquisa na World Wide Web, em sites e forums abertos da Inglaterra, Austrália e Estados Unidos, durante os meses de janeiro, fevereiro e março de 2002. Seu objetivo é fornecer algumas informações a mais a todos os simpatizantes desta maravilhosa raça de canários.

O INÍCIO DE TUDO ...

A origem do Border Fancy é controversa havendo relatos de que ele evoluiu do canário "comum", criado na região de fronteira (border) da Inglaterra com a Escócia desde 1700. Outros afirmavam que um "bom Border" era praticamente uma miniatura do canário Yorkshire, obtido do cruzamento entre Norwich e Yorkshire.

Então em 1889 na localidade de Langholm criadores da região reuniram-se e definiram o nome e o Standard (padrão) da raça. No ano seguinte em 5 de junho no condado de Cumberland foi fundado o Border Fancy Canary Club (BFCC) e o Border tornou-se a mais popular raça de canário criado na Grã Bretanha, surgindo em seguida outros clubes especializados na raça, tais como o Southern e o Weish Border Fancy Clubs. O Padrão Ideal baseava-se principalmente em:

- não exceder 11,8 centímetros de comprimento;
-posicionar-se no poleiro formando um ângulo de 60 graus com a horizontal; - apresentar cabeça e peito suavemente arredondados;
-e mostrar uma forma compacta e vivacidade no seu comportamento.
A variedade ficou então conhecida como a "Pequena Jóia" devido ao seu tamanho e desenvoltura. Era um canário muito fértil e de fácil procriação, com média de postura de 4 a 5 ovos por ninho e as fêmeas eram excelentes mães. As cores eram:
- amarelo intenso e nevado (claros, pintados e variados);
- verde;
- canela;
- branco;
- azul.

Em 1920 cruzamentos selecionados do Border com o canário Crested roller originaram o canário Gloster, hoje tão popular e apreciado. Infelizmente, vinte anos depois a Segunda Guerra Mundial iria castigar a Europa, incluindo a Inglaterra, afetando toda a canaricultura, restando apenas poucos Borders de qualidade fazendo com que os criadores utilizassem outras raças, mas principalmente os Norwich de tamanho menor em cruzamentos que resultaram pássaros maiores e por seleção produziram Borders de cabeças grandes e arredondadas, mas fora do Padrão Oficial e que gradativamente começaram a ganhar simpatia entre importantes criadores ingleses, conseguindo então premiações cada vez mais significativas nas exposições e concursos, fato este devido principalmente à influência destes abastados e prestigiados criadores junto aos juizes de porte nos julgamentos. Em contrapartida os criadores insatisfeitos e fiéis ao "Border Clássico" recriaram o antigo Border e, em 1957 surgiu oficialmente o canário Fife Fancy.

Com a introdução em 1984 pêlos ingleses de modificações no Padrão Oficial do Border passou-se a admitir pássaros de 14 até 15,5 centímetros, comprimento este também em vigor na Confederação Ornitológica Mundial - Hemisfério Sul. Na Austrália (principalmente em Vitória e sul do país) o comprimento ideal é 15,2 centímetros, mas variações neste valor são aceitas desde que o tipo e a qualidade do Border se mantenham, não esquecendo que são aceitos e julgados Borders com fator vermelho em seus concursos, além das cores tradicionais.

Já na costa leste australiana o Border parece-se muito com a antiga "Pequena Jóia" de tempos atrás.

Nos Estados Unidos o padrão também apresenta algumas variações pequenas e através do cruzamento 2/3 de canário Roller (canto belo e suave) com 1/3 de Border (canto alto e agitado) os americanos criaram o canário American Singer, que possui um canto variado e volume perfeito. Finalmente, na Nova Zelândia o padrão e tamanho para o Border ainda são os mesmos da década de sessenta.

A TENDÊNCIA AO NOVO MODELO INGLÊS

Nos últimos anos a maior polemica a respeito do padrão, forma e tamanho do Border vem, logicamente, da própria Inglaterra. O país de origem de toda raça de porte é o que impõe qualquer mudança nas pontuações correspondentes ao Standard da raça, o que então é reconhecido pela Confederação Ornitológica Mundial (C.O.M.), devendo então ser cumprido obrigatoriamente por todos os países membros, evitando que tenhamos um padrão diferente em cada país. Inicialmente quando se aconselha a adoção de um novo padrão para uma determinada raça de canário, os clubes especializados convocam seus criadores e juizes de reputação incontestável para uma Convenção que toma as decisões através de votação. Nestas reuniões todas as proposições de mudança são objeto de minucioso estudo e se finalmente o modelo proposto é aprovado, outorga-se a ele uma escala de pontos e a partir deste momento será o objetivo a seguir para criadores e juizes sem exceção.

Após a última Convenção do Border em 1987 um grupo de criadores ingleses influentes, muitos deles detentores de grande poder financeiro têm obtido cada vez mais premiações nos concursos com Borders cada vez maiores, mais pesados e poderíamos dizer, até desajeitados, se comparados ao Border Clássico. Seus pássaros chegam quase a 18 cm. de comprimento e bons exemplares custam em torno de 1000 libras Esterlinas. É fato que os juizes de porte premiam estes corpulentos Borders praticamente ignorando o Padrão Oficial da raça ainda em vigor e também é fato que muitos deles fazem parte deste grupo de criadores. O sucesso destes pássaros nos concursos tem levado, inclusive, a C.O.M. a decidir que é mais prático induzir a procedimentos e modificações que definam um novo modelo pictorial para o canário Border, provavelmente em uma atitude que principalmente agrade à comunidade dos juizes, da qual ela é totalmente dependente, confirmando a autoridade e competência destes mesmos juizes na conclusão de que o Border no últimos 15 anos "evoluiu", aumentou de tamanho, mudou sua forma e disposição para "melhor", segundo eles, então nada mais resta senão oficializar tais mudanças.

Logicamente devemos também destacar que tecnicamente os Borders ingleses são considerados os melhores (além dos mais caros) do mundo devido a vários anos de seleção e aperfeiçoamento em detalhes específicos. O trabalho criterioso desenvolvido pêlos criadores para obter pernas dimensionadas e largas o suficiente para chegar ao desejado ângulo de 60 graus levou vários anos e foi associado com a dimensão da cauda, que nunca poderia estar "caída", mas sim em uma posição mais horizontal. Para o corpo procurou-se manter a forma de "ovo", vista de qualquer ângulo, o que é basicamente devido à presença de espáduas bem arredondadas e nunca estreitas. Já a cabeça perfeitamente redonda do Border Ideal é o ponto de mais difícil obtenção e o mais valorizado, pois outros defeitos como plumagem solta, asas ou cauda longas podem ser corrigidos em algumas gerações, mas uma cabeça relativamente achatada, abaulada ou estreita em um Border, praticamente não tem solução segundo muitos criadores.

A prática de cruzar intenso com intenso e mesmo a introdução do fator vermelho prejudicam em muito o volume e o arredondamento da cabeça do Border. A cor e a plumagem destes Borders ingleses também merecem destaque, inclusive é "moda" nas exposições o Amarelo Border, obtido somente por alimentação natural, visto que a coloração artificial lá é proibida. A plumagem deve ser vaporosa, fina e aderente e geralmente os exemplares mais arredondados possuem a plumagem fina, curta e lisa. Como fato negativo devemos ressaltar que a fertilidade tem diminuído devido à pouca atenção com a qualidade de reprodução e à consangüinidade excessiva na busca de fixar qualidades como plumagem, posição e forma, a ponto de já estar ganhando a reputação de um pássaro "difícil de criar" com média abaixo de 5 filhotes por fêmea em cada temporada. Inclusive a cada ano aumenta o uso de ama-secas e os melhores criadores da raça geralmente ficam com apenas 10 por cento das fêmeas adultas para o plantei de criação. O desenho abaixo expressa a mais nova tendência para mais algumas mudanças na raça e foi projetado para o Border do novo milênio por Phil Warne, um dos criadores de melhor reputação na Inglaterra.

Alguns consideram-no muito progressista, mas a maioria dos criadores tem encontrado elementos muito positivos, considerando esta versão como um novo desafio para o criador moderno do Border.

O que chama mais a atenção é a beleza da cabeça mais alta e arredondada, seguida de uma nuca profunda passando pelas costas que são bem arredondadas e abauladas. Uma bela curvatura passa da garganta pelo peito e termina na base da cauda, dando uma qualidade majestosa a este moderno Border. A inclinação perfeita da cauda completa este modelo e o conjunto nos leva a uma perfeita elegância provocada por suas patas largas e uma posição ereta e orgulhosa. O autor não faz menção ao comprimento ideal do pássaro para este desenho.

E FINALMENTE ... ... do outro lado restam somente duas coisas: primeiramente a lembrança do Border Clássico que foi único em transmitir um equilíbrio de cores, formas e beleza num mesmo pássaro a ponto de ser comparado, quarenta anos atrás, a um pássaro selvagem em termos de qualidade de plumagem e forma. Também fica o descontentamento e a decepção daqueles criadores amantes e fiéis à "Pequena Jóia" como era chamado inicialmente e que ainda mantinham a esperança de vê-lo ressurgir cheio de vivacidade, beleza e leveza, no papel de artista principal deste filme chamado: Border- Se o Primeiro é o Melhor, porque Mudar ? "

Fonte
Alceu Henrique Pornancim
Geólogo Ambiental
Criador de Borders desde 1997 pela SPCO/Curitiba
Revista SPCO 2002
Arquivo Editado em 20/09/2004

Border Fancy - Artigo por Carlos Lima

Fotografia: Autor Desconhecido


"Nos últimos anos a grande polémica a respeito do padrão a forma e tamanho do Border, vem, como não podia deixar de ser, do pais de origem, a Inglaterra.

Este pais impõe no seio do COM as mudanças nas pontuações a atribuir ao standard desta raça, devendo estas serem cumpridas pelos membros dos países aderentes à confederação Ornitologica Mundial.

Como lógica os Borders criados na Inglaterra, são considerados os melhores (além dos mais caros) do mundo, devido aos anos de rigorosa selecção e aperfeiçoamento em detalhes específicos.

Existe um trabalho criterioso para obtenção de pernas dimensionadas e largas o suficiente para chegar ao desejado ângulo de 60º. Levou muitos anos e foi associado com a dimensão da cauda, que nunca deve estar "caída" mas sim na posição horizontal.

No que diz diz respeito ao corpo procura-se manter a forma de "ovo" vista de qualquer posição ou ângulo, o que é devido basicamente à presença de espáduas arredondadas e nunca estreitas.

A cabeça deve ser perfeitamente redonda, é sem dúvida o ponto de maior dificuldade e como tal o mais valorizado, pois outros defeitos como a plumagem solta, asas e caudas longas podem ser objecto de correcção através de cruzamentos e em poucas gerações.

Uma cabeça achatada, abaulada ou estreita no Border, é praticamente impossível a sua solução, conceito argumento pelos grandes especialistas desta raça.

A plumagem assume uma importância capital, devendo ser vaporosa, fina e aderente ao corpo. Por norma os Border mais arredondados, possuem plumagem fina, curta e lisa.

No que diz respeito à sua fertilidade é um facto negativo e ressaltar pois tem um diminuído devido ao criador não se preocupar com a qualidade de reprodução e à consanguinidade excessiva na intenção de fixar e melhorar qualidade, como a plumagem, posição e forma.

Nas imagens desta nova versão do Border há uma tendência para algumas mudanças na raça que os ingleses estão projectando para o futuro.

Muitos criadores denominados como progressistas estão encontrando elementos muito positivos, chamando a nossa atenção para a beleza da cabeça mais alta e arredondada, seguida de uma nuca profunda, passando pelas costas que são muito arredondadas e abauladas.

Uma bela curvatura passa da garganta pelo peito e termina na base da cauda, dando uma majestosa qualidade a este Border moderno.

A inclinação perfeita da cauda completa este modelo e o conjunto leva-nos a uma perfeita elegância provocada pelas suas patas largas e uma posição erecta e orgulhosa.

No que diz respeito à alimentação é idêntica à maioria dos canários de forma de posição.

Os ingleses utilizam a mistura comum de sementes e muita aveia descascada. No que diz respeito à papa são opções do criador, no entanto aconselho (muss, biancovit e biancofiori) em partes iguais. Verduras e medicação apenas quando necessário. Proceder a curas através de antibióticos sem acompanhamento de criador entendido ou veterinário especializado (em Portugal não existe nenhum) é desaconselhável.

Estas aves criam normal e tranquilamente os seus filhotes tanto sozinhas como em casal.

Quando abandonam os ninhos e filhotes as fêmeas na maioria das situações, não estão bem de saúde ou são demasiado velhas

O Border para exposições, deve ser logo acostumado e treinado com a gaiola de exposições, da seguinte forma: gaiola de exposição é colocada de porta aberta em frente da gaiola de reprodução.

Os jovens canários de 6 a 8 semanas vão começar a explorar a sua nova habitação.

Para estimular os jovens Borders as sessões de treino, 3 vezes por dia, são acompanhadas de oferecer um premio o que as aves aprendem rapidamente, oferecendo uma guloseima (uma verdura).

A selecção é a parte mais importante para o criador sendo um esforço continuo para alcançarmos a melhoria das qualidades.

As nossas aves com cruzamentos rigorosos podem alcançar o sucesso, pois milagres não existem.

Com método e regras fixas, que não podemos ignorar, pois o criador deve começar com a aquisição de exemplares de qualidade.

Concluindo iria mentir aos estimados visitantes e criadores desta raça se falasse que a criação do canário Border moderno não tenha dificuldades.

Quem procura o sucesso rápido deve seguir outro caminho (novas raças com o grau de dificuldade menor).

Ao criador para quem a criação do Border é um verdadeiro desafio e não desanima rapidamente com os insucessos, o caminho para o sucesso sustentado é longo e duro.

Ter sempre em atenção um Border campeão, não é possível criá-lo todos os anos."

Autor. Carlos Lima

Border Fancy

Fotografia: Autor Desconhecido

"O Border Fancy provavelmente surgiu a partir de cruzamentos entre o Norwich, Yorkshire e Harz.

Através de selecção e outras melhorias, o pequeno e longo Border (14 cm) com quase nenhum volume, tem evoluído para o modelo que é hoje.

O Border era conhecido como Common Canary na Escócia, muito antes de Cumberland Fancy tal como era conhecido em Inglaterra. Pelo menos é o que Richardson JB de Dumfries reivindicada nas revistas de aves desses dias.

Outra notícia relata que um sapateiro escocês, viajou de Longhorn para a Escócia levando consigo as suas ‘Pequenas Jóias’. Provavelmente a Inglaterra introduziu o Border, em primeiro lugar. Esses pássaros foram mostrados como os Common Canary na Escócia e como os Cumberland Fancy em Inglaterra.

No entanto, ambos os países afirmavam que eles eram a “terra de origem”. Após uma série de discussões sobre o assunto, Thomas Arlot de Hawich enviou uma carta a todos os clubes de pássaros conhecidos em 1890 para marcar uma reunião para chegar a acordo sobre o assunto. Uma grande delegação reuniu-se em 5 de Julho de 1890 para uma votação final sobre uma mudança de nome. Tanto o Common Canary a partir da Escócia e o Cumberland Fancy da Inglaterra mudaram para um nome: O Canário Border Fancy.

Um novo Border Fancy Canary Club foi formado e um modelo padrão podia agora ser escolhido. Isso foi feito em 1891, numa reunião em Longhorn.

Após 10 anos, em 1901, o factor vermelho reforçado no Border Fancy era proibido e o standard era ainda mais evoluído. Tudo excepto a postura, porque esta era já um padrão com um valor entre 45 e 60 graus.

O standard feito pelo Sr. H. Norman foi escolhido como padrão em 1930 e foi considerado como tal até 1967.

Havia também criadores e organizações que gostariam de mudar o modelo padrão para os seus próprios gostos e preferências. O que ocorreu em 2004 ou 2005. O desenho de Phil Warne’s Border Fancy foi alterado pela COM em 1999 em Paris.

Na Border Convention, em 2003, 12 standard’s foram apresentados. O standard foi escolhido de entre estes desenhos em 2005.

O Standard do Border

Quando o standard foi modificado (em 1985), foi acordado na época, que iria ficar até o ano 2000 antes de qualquer novo modelo poder ser introduzido. Discussões iniciadas no final dos anos 1990 na Border Convention consideraram os processos requeridos para implementar um novo Border como muitos pensavam que o de 1985 foi um fora de validade, em comparação com as aves que foram vencedoras na mesa do juízes.

A proposta foi apresentada depois que a Border Convention reteve o standard de 1985 até 2005 e esta foi conduzida e por isso a data para o novo standard foi mudada para 2000 a 2005.

Em 2000 a Border Convention convidou criadores e clubes a apresentar novos modelos para substituir o standard de 1985 para um de 2002. Na Annual General Meeting 32 standard’s foram apresentados juntamente com o modelo de 1985 que muitos criadores queriam manter. Os 33 standard’s foram reduzidos para 27 pela eliminação de standard’s repetidos.

A reunião tinha acordado que o novo standard desta vez, devia ser direito, e ser capaz de suportar de pé o teste do tempo (4 Horas). Ficou também acordado que independentemente do standard selecionado o autor do desenho seria nomeado, mas a propriedade do standard seria a Border Convention.

Ficou acordado que o standard podia mudar, mas o nível de excelência (regras e pontos) permaneceria o mesmo e não haveria aumento do comprimento do canário Border.

Fonte: http://canarios.wordpress.com/border/

História do Border

Fotografia: Autor Desconhecido

"O BORDER começou a ser considerado como uma raça entre os anos de 1850 a 1870.

Sua origem remonta ao condado de Cumberland, hoje Cumbria, e era conhecido na época como Cumberland Fancy, começando a sua popularidade a crescer para os condados do norte Inglaterra e da própria Escósia.

Um encontro especial realizado em Carlisle em 1980, visando resolver as polêmicas, principalmente a origem, disputada por ngleses e escoceses, mudou a denominação da raça para BORDER, sendo fundado, então, o Border Fancy Canary Club. Os antigamente denominados WEE GEM, hoje apresentam-se um tanto maiores e com a forma um tanto diferente dos pequenos pássaros cuja figura padrão aparecia em diversos livros editados nas décadas de 60 e 70.

O BORDER atual é um pássaro pequeno em relação a um Yorkshire ou Norwich, mas de tamanho superior a um canário de cor. Esse acréscimo de tamanho é até hoje polêmico, mas atualmente os juízes se concentram mais na forma ou tipo do pássaro. O padrão em vigor na COM-HS difere um pouco do padrão inglês, como também apresentam pequenas variações, os padrões adotados nos Estados Unidos, Australia e Nova Zelândia, país onde se mantém até hoje o padrão anos 60.

Os ingleses, em 1984, introduziram novas modificações no desenho do padrão que era adotado, mas os pássaros premiados continuam a ter pequenas diferenças em relação ao novo padrão.

O BORDER IDEAL: Sendo um pássaro de tipo ou forma, esta recebe a maior pontuação no julgamento.

A forma do corpo se assemelha a um ovo, com todas as formas arredondadas.
A cabeça deve ser quase uma esfera, com olhos centrados e o bico proporcional.

Sendo o corpo e a cabeça arredondados, a ligação entre eles e o pescoço, é definido de perfil por duas curvas reversas bem marcadas.

A plumagem necessita ser compacta para definir uma forma perfeita.

O pássaro perfeito deve parecer como se fosse moldado em uma única peça.

As asas curtas, perfeitamente aderentes ao dorso, devem também compor o conjunto único sem qualquer proeminência nos encontros os espaços livres entre elas e o dorso.

A cauda curta, compacta, tem sua base acompanhando o afunilamento do corpo.
As pernas têm as coxas ligeiramente aparentes, com canelas relativamente longas e dedos e unhas perfeitos.

A elegânca é definida pela vivacidade e aspecto leve do pássaro.

A posição semi-ereta, de aproximadamente 60° com a horizontal quando no poleiro, e a limpeza e saúde perfeitas completam o pássaro ideal."

Fonte: autor desconhecido

Últimas dos Bloggers