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19/07/10

Como Seleccionar Consortes - Gloster


"Se o seu objectivo é exibir e ganhar com Consorts, então concentre-se no Consorte. Tem que esse concentrar não nas sobrancelhas, mas na redondidade da cabeça para chamar a atenção do juiz, pois é ele quem tem a última palavra na avaliação do pássaro.

Criara consortes não tem as intricidades genéticas dos coronas, é muito mais simples de obter resultados. Forme o consorte ideal em sua mente.

O mais bem sucedido dos consortes é normalmente proveniente de pássaros grandes com muita forma e, que são incompatíveis na criação de bons coronas. O pequeno consorte necessário para criar bons coronas raramente vão a uma exposição, prova disto é que quase sempre os bons intensos são provenientes de linhas com poderosos consortes.

Nada há de errado em usar um corona para produzir bons consortes, tem de se tomar em atenção é se o corona descende de bons consortes para não se correr o risco de estragar a linha de consortes.

Se pretende criar consortes para produzir bons coronas, então, as regras invertem-se, ou seja, é preciso observar quais os consortes que produzem bons coronas e fixar essa linha.

A maior parte deles não irão á exposição, mas aprenderá a criar bons coronas.

Use sempre os consortes mais próximos aos coronas.

Como é difícil produzir coronas com poupas correctas, isso força-o a comprometer-se com a escolha do corona e a ser mais crítico na escolha dos consortes para continuar a produzir coronas de qualidade."

Autor: Robert Larochelle
Tradução: Ivo Leite
Fotografia: Gonçalo Ferreira

Como Seleccionar Fêmeas - Glosters


"Fêmeas férteis e saudáveis podem ser usadas por 4 anos, contanto que produzam a qualidade necessária. O sucesso de um plantel é baseado na capacidade reprodutiva de suas fêmeas, tome cuidado para não criar um plantel de fêmeas com boas características mas que não reproduzem. Fêmeas com grandes coroas devem ser aparadas antes da época de criação, pois com mais visibilidade elas têm melhores possibilidades de criar bem.

As capacidades de reprodução são herdadas, por isso considere sempre primeiro as filhas das melhores fêmeas reprodutoras. Uma fêmea reprodutora de qualidade média será sempre melhor escolha que uma de altíssima qualidade mas improdutiva. Tenha a certeza de que guarda boas fêmeas para criar filhas dos seus melhores pássaros, pois há possibilidades do seu próximo campeão ser filho de uma delas.

Não use fêmeas de muito porte na sua criação, pois estará a criar pássaros cada vez maiores. Fêmeas pequenas criam melhor e só têm a acrescentar na qualidade.

As fêmeas devem possuir mais forma, pois estas poderão criar machos como elas e lhe por no bom caminho."

Fonte: Wonderfull Glosters
Fotografia: Gonçalo Ferreira

Como Seleccionar Machos - Glosters


"Machos férteis podem ser usados por um período de 5 anos, contanto que produzam a qualidade que se necessita. Machos bons criadores e alimentadores são de grande valor para o plantel.

Machos que não fertilizem ovos no primeiro ano podem ser usados novamente num segundo ano com uma fêmea que já provou ser reprodutora, use a melhor fêmea reprodutora para comprovar a fertilidade do macho. Se pelo segundo ano o macho não fertilizar então dispense-o.

A ideia de aproveitar o melhor macho do plantel e acasalá-lo com o maior número de fêmeas possível pode ter um impacto negativo na criação. As suas crias serão proximamente aparentadas e em pouco tempo haverá um cruzamento de genes consanguíneos. Certifique-se de que mantém os irmãos e primos do seu melhor macho, pois poderá usá-los para diversificar o seu conjunto de genes sem mudar a origem do sangue drasticamente. Por vezes os irmãos de campeões são a melhor aposta não importa a sua aparência.

Machos agressivos na reprodução são um aborrecimento, dispense-os pois como muitos comportamentos, a agressividade também é herdada. Prefira usar machos que ajudem na criação.

Machos pequenos que se parecem com fêmeas são a melhor opção. Pode basear o seu plantel nesses machos, pois as suas filhas serão extremamente difíceis de vencer nas exposições. É normal ter machos grandes exibindo muito porte, mas iao fazer isso estará a limitar muito os seus pássaros de exposição às fêmeas. Se não se tiver cuidado eventualmente as fêmeas podem ficar maiores e por essa altura será tarde demais para corrigir a situação. Seja crítico quanto ao tamanho dos machos e mantenha o plantel sob controle.

Assegure-se de que seus pássaros exibem um colorido intenso. De um modo geral as fêmeas mostram menos cor que os machos, por isso se os machos não forem bem coloridos é provável que as fêmeas saiam muito sem interesse na aparência. "

Fonte: Wonderfull Glosters
Fotografia: Gonçalo Ferreira

Glosters: porquê Amarelo X Buff?


Fotografia: Polakowski J-M

"De tempos a tempos o Homem questiona as regras pré-estabelecidas e pergunta “porquê?”. Este pode ser o primeiro mandamento dos criadores. Costuma-se dizer: cruzar sempre Amarelo X Buff (penas nevadas, mais suaves, moles). E porquê?

Neste artigo iremos considerar apenas os Gloster Fancy e os seus antepassados selvagens.

Os canários selvagens são seleccionados pela própria natureza, é a lei do mais forte onde só os mais aptos sobrevivem, reproduzem e transmitem os seus genes.

Não há uma mão orientadora que nos diga que macho devemos acasalar com certa fêmea. Apenas quando o homem começou a domesticar os canários é que estes começaram a ter problemas de penas. No estado selvagem a natureza deu ao canário a sua essência: a sua forma, a sua cor, as suas penas, deu tudo para ele se integrar na natureza. Contudo quando o Homem começa a mudar a natureza ele altera o seu equilíbrio, equilíbrio que demorou milhares de anos a atingir.

Para cada causa há um efeito, para cada coisa positiva há uma coisa negativa e isto verifica-se nos nossos canários. A natureza equilibra isto com acasalamentos não selectivos, acasalamentos não controlados. Quando o Homem decidiu mudar a aparência dos canários ele imediatamente começou a criar problemas, um dos quais está relacionado com as penas. Ao realizar acasalamentos selectivos o Homem começou a alterar todos os aspectos dos canários. Ele pretendia aves maiores, aves limpas, aves com poupa, aves variegadas, etc, e por causa disto ele mudou a plumagem. A mãe-natureza sempre insistiu numa plumagem intermédia mas o Homem descobriu através de experiências com cruzamentos que podia mudar o aspectos das aves assim como criar novas raças.

Cada raça criada é um passo de afastamento em relação à natureza e como já nos apercebemos, isto causa problemas. O canário Gloster Fancy é uma ave pequena, cheia ao redor do pescoço e dos ombros, e é aqui que reside o nosso problema. Se levarmos a natureza a alterar o seu equilíbrio ela dirá “Stop!” e se continuar-mos a forçar vamos estar a correr riscos. Neste momento parece-nos haver já pouco espaço de manobra quando vemos os nossos Glosters nas exposições. Não vamos melhorar o Gloster Fancy ao tentar-mos aumentar o seu tamanho através das penas. Quando criamos canários Gloster devemos ter em conta o que a natureza pretende e ao mesmo tempo ter em conta o standard da raça.

Tudo tem um oposto (negativo/positivo). Por esta lei da natureza, e é isto que devemos ter em conta ao fazermos cruzamentos seleccionados, devemos averiguar os nossos resultados. O Homem criou este mandamento: cruzar sempre Amarelo X Buff uma vez que é a nossa maneira de imitar o que a natureza faz por si própria, mas uma vez não cumprida esta regra ao cruzar por exemplo duas aves idênticas iremos ver a vingança da mãe-natureza.

Não é a melhor ideia de no nosso canaril manter as penas intermédias. Como criadores de Glosters temos de entender as regras da natureza se queremos manter-nos no topo da canaricultura.

O Gloster Fancy é um canário feito pelo Homem e temos que perceber isso se queremos manter a raça relativamente livre de problemas nas penas. Não podemos simplesmente dar mais plumagem aos nossos Glosters e esperar que a mãe-natureza não actue."

Fonte: England Gloster Canary
Tadução: Ivo Leite

O Correcto Uso Do Intenso - Glosters

"Para elevar um exemplar gloster intenso ao nível requerido pelo padrão e, naturalmente pelas competições, é necessário utilizar um nevado nascido de um acasalamento nevado x nevado. É necessário adquirir ou manter o arredondamento e a abundância do corpo, do pescoço, da cabeça e da sobrancelha. Não temos que acasalar todo ano intenso x nevado porque o arredondamento da plumagem desaparecerá e surgirão os problemas com plumagem curta, falta de pescoço e cabeça estreita, um canário semelhante mais ao Fife Fancy que propriamente ao Gloster.

Também é preciso estar atento em dois pontos:

Não unir sempre nevado x geado e, escolher bem e com atenção o intenso, lembrando-se das melhores características que este deve possuir para a cor e para a qualidade da plumagem.

O acasalamento de nevado x nevado feita consecutivamente provoca as seguintes desvantagens:

1 - a plumagem pouco a pouco alarga, e as canetas alongam;
2 - as penas ficam mais macias.
3 - a cor perde consistência e intensidade.

O aspecto geral será de um gloster com a plumagem solta, pobre de cor, com sobrancelhas pesadas, em resumo um aspecto ruim, um monte de penas descompostas e um corpo com pequena massa. Tais glosters não devem possuir lugar em um programa de criação, porque não conseguem produzir nada de bom em relação às metas

O que é requerido, é um pássaro pequeno e cheio que mostra arredondamento visto de qualquer ângulo. A cabeça tem que ser redonda e que se aviste a testa que se funda em um pescoço cheio e curto com costas também cheias e redondas. As sobrancelhas precisam ser pronunciadas e projectadas para na direcção da cobertura dos olhos. Da garganta tem que partir o peito, cheio e atraentemente arredondado. O rabo tem que ser curto e compactar como as asas.

A coroa tem que ser bem centrada com um centro que parte de um mesmo ponto, redondicidade sem interrupções, acima de tudo na nuca. Vista de lado, assenta como um guarda-chuva aberto, sem cobrir os olhos completamente e que alcance o bico.

O gloster tem que ser um canário bem equilibrado, com pernas curtas mas que lhe permita um movimento vivaz.
A plumagem deve ser absolutamente isenta de aspereza. A cor é natural e luminosa e, particularmente no machos, com profundidade e rica.

As fêmeas frequentemente, mas há as excepções, mostram uma plumagem mais esbelta ou fora do que acontece na natureza. O ponto principal é sempre a qualidade das penas.

Um indicador bom para o gloster, é levar em mão o canário e sentí-lo. Devemos usar dois de nossos sentidos para julgar os nossos pássaros: a visão e o toque, mas o julgamento em concurso utiliza somente a visão.

Quando se escolhe um intenso para melhorar a nossa procriação, pode resultar numa tarefa árdua e não ingrata, pois pode-se facilmente escolher o errado. Segue-se uma lista de como, onde e porque um intenso pode incorrer em erro:

1 - onde se compra e de quem;
2 - usamos um corona ou um consorte;
3 - macho ou fêmea;
4 - cor única ou matizado.


Desenvolvendo:

1-quando se decide comprar um intenso, tem que se ter um único pensamento em mente: melhorar nossa linha de nevados.

Muitos Glosters são muito ricos em plumagem, com coroas largas ou sobrancelhas pesadas pesadas, pescoços grandes, rabos largos, pouca cor se comparado com outros, mas acima de tudo, se levado à mão uma sensação de aspereza da plumagem.

A regra mais importante no uso do intenso é unir um de nossos melhores não só no tipo, mas também especialmente na plumagem.

Não se iluda a pensar que a introdução de um intenso pode reparar em pouco tempo os danos causados por acasalamentos sucessivos de nevado x nevado. Pode levar algum tempo e é necessário paciência.

Quando se procura o criador correcto para comprar intenso, a primeira coisa a ser feita é observar atentamente a plumagem e a cor do nevado dos canários dele: estes terão que possuir uma cor profunda e luminosa, unidas a uma boa forma. Então pede-se para observar o melhor intenso dele e observemos atentamente: terão que possuir uma cor profundamente intensa, uma plumagem composta e privada de penas desalinhadas, rabo estreito e as asas bem fechadas. As sobrancelhas não deverão parecer pesadas, e a coroa terá que ter um centro bom, o pescoço não terá que ser grande.

Não se deve comprar um intenso só porque ganhou alguma exposição ou concurso, pois muito provavelmente, estes não possuem as características mencionadas acima e seguramente não serão os ideais para melhorar a plumagem dos nossos Glosters.


2 - temos que usar um corona ou um consorte?

Não é de importância fundamental! Depende do que se tem disponível e da qualidade do intenso com que nós queremos acasalar. O ponto principal é a plumagem de ambos e, naturalmente, a genética.

3 - o dilema "se macho ou fêmea" não tem representar um papel importante em nossa decisão, mas um macho pode dar muito mais possibilidade de acasalamentos futuros com duas ou três fêmeas e então, serão adquiridos por estes acasalamentos as fêmeas necessárias para continuar o programa de melhoria.

É preferível usar as fêmeas consorte intensas de cor única e acasalá-las com um macho corona.

4 - é preferível os verdes sólidos ou o verde levemente manchado em lugar do variegado por uma razão simples: o verde é o básico e podem ser usados em acasalamentos com cores claras ou variegados.

Estas são somente as regras gerais para se conseguir seleccionar um excelente intenso.

Dá-se preferência às fêmeas intensas para acasalar com macho nevado bom corona nascido de um intenso macho.

Quando se está a ponto de seleccionar nossos reprodutores, deve-se controlar os intensos e testar sua plumagem. É também boa norma arrancar algumas penas, geralmente do peito, e as observar debaixo de uma lente de aumento. As penas dos intensos machos terão que ser coloridas até ao ápice, como também precisam ter longos cabos.

As fêmeas intensas, em alguns casos, mostram um leve “pó” em volta do bordo das penas, mas é normal. Naturalmente, deve-se escolher a que tiver o menos possível.

Tenta-se evitar o intenso com um “pó” forte, estes podem ser usados com o nevado, mas com a vantagem da mais intensa cor.

Só usando o toque e examinando a plumagem com cuidado seremos capazes formar uma ideia precisa.

O balanceamento entre a plumagem macia e larga do nevado e a longa e dura do intenso tem que ser o nosso objectivo. Só assim pode-se produzir um gloster de tipo excelente, boa cor e plumagem. É uma batalha contínua de luta em nossas procriações, mas só agindo de tal modo se manterá o vigor da raça.

A frequência de uso do intenso dependerá completamente do tipo e da qualidade dos canários que nós estamos produzindo.

O nevado produzido pelo acasalamento com intenso, produzirá alguns intensos de excelente qualidade que podem ser acasalados com nevados com a mesma função do intenso.

Lembre-se de que para produzir um gloster de qualidade, não se deve acasalar intenso com nevedo todos os anos.

Muito tempo é necessário para se criar uma linha de plumagens boas, mas estas podem ser destruídas em pouco tempo com acasalamentos imprudentes de quem não estudou fenotipicamente e geneticamente do ponto de vista da plumagem.


Dois pontos muito importantes a lembrar:

- usar as fêmeas intensas com equilíbrio entre tipo e qualidade da plumagem;

- o nevado nascido de nevado é tão importante como o intenso para que se possa manter inalterado o tipo.

É este o "pulo do gato" para todos os criadores de Glosters. "

Fonte: Wonderfull Glosters

Seleccionado os seus Glosters

"Esta é a altura do ano para pensar na selecção das suas aves, quais vai manter e quais vai dispensar. Estas são as decisões mais críticas que tem que fazer de forma a melhorar o seu plantel. Apesar de algumas vezes o sucesso resultar de sorte estas são as regras básicas normalmente seguidas para obter o sucesso.

1. Nunca tome uma decisão antes da ave ter feito a muda na sua totalidade. Algumas crias aparentam ser promissoras, mas após a muda ficamos desapontados enquanto outras crias “florescem” e surpreendem-nos. Dispensar um jovem Gloster ainda antes da muda completa é um enorme erro.

2. Nunca assuma que uma boa ave vá dar origem a boas aves. A genética de uma ave é muito complexa e alguns campeões nunca irão originar aves de exposição quanto mais aves vencedoras. A controlar e ao saber o património genético do seu plantel vai poder melhorar as hipóteses de ter boas aves.

3. Selecção visual (fenótipo) é tão importante como o pedigree. Quando tiver que optar por aves idênticas, opte pelo seu pedigree e escolha a que tiver melhores antepassados. Nunca fique com uma ave de má qualidade, assim garantirá um melhor plantel. Por outro lado, nunca seleccione uma ave só pela sua aparecia, balanceie a sua escolha entre o aspecto e o pedigree.

4. Patas e pernas são um bom indicador da qualidade do Gloster. Aves com patas e pernas grandes têm uma aparência fraca. Concentre-se em aves com patas pequenas e pernas curtas.

5. Aves com quisto são o pesadelo dos criadores de Glosters. Independentemente do que as pessoas dizem, os quistos são uma herança, ou pelo menos a capacidade de não fazer uma boa muda. Aves idosas podem desenvolver quistos. Aves saudáveis com menos de 4 anos não devem ter quistos. Acredito que usando Amarelos (intensivo, penas “duras”) nem sempre resolve o problema. Em algumas linhas quando o problema é recorrente até mesmo os amarelos desenvolvem quistos. Se seleccionados e cruzados correctamente (Buff X Buff) as aves não devem ter problemas de quistos. Descobri que as aves de fundo branco são uma grande ajuda sem se perder qualidade dos Buff e dos Verdes. Em algumas linhas, muitos Amarelos são usados, mas logo na segunda geração são cruzados com Buffs e aparecem logo aves com quistos. Isto é uma indicação que o tipo errado de penas é mantido nas aves, forçando-nos ao uso dos Amarelos para contra-atacar a suavidade das penas.

6. Luminosidade da cor não é necessariamente um indicador da qualidade da pena. É um indicador da pigmentação. A maioria das pessoas confunde as duas questões e juntam-nas numa regra: a genética não é importante."

Autor: Robert Larochelle
Tradução: Ivo Leite

14/11/09

Gloster - Introdução ás Variantes

Introdução ao Consort

Gloster Fancy Consort Variegado / Buff Fêmea



"O Criador de Glosters, nos primeiros tempos, acreditava que o consort contribuía com algum factor na herança da coroa dos seus filhotes.

Na suposição de que um dos pais do consorté corona, logo ele terá uma percentagem de corona.

Porém, apesar deste facto, o consort não contribui na verdade nada geneticamente para as coroas dos seus descendentes, porque o consorté homozigótico para factor de cabeça lisa onde o corona têm o factor dominante.

Se o consorttiver recebido o factor coroa do progenitor que for corona, claro que, terá que desenvolver uma coroa, isto é, está debaixo da influência do gene corona dominante.

Usando o Gloster Consort na tua criação:

Gloster Fancy Consort Variegado / Buff Macho



Como se explicou anteriormente, o consort não contribui em nada geneticamente para as coroas dos seus filhotes, contudo a influência que o consorttem nos seus filhotes coroados nunca deve ser menosprezada.

No consort é mais fácil de apreciar a forma do crânio da ave, porque não é como no corona onde o crânio é escondido pelas penas da coroa.

Quando seleccionar os seus casais, é essencial que o consort complemente o seu parceiro corona.

Este aspecto complementar de acasalar as aves, vale a pena, quanto mais se tentar contrabalançar os pontos negativos de uma ave com os pontos positivos de outra.

Este tipo de criação leva alguns anos de trabalho para um total aperfeiçoamento da sua equipa de Glosters; contudo se este tipo de acasalamento for feito, as aves trabalhadas nunca serão consideradas as piores na avaliação de uma exposição.

Nota:
Seja exigente quando selecciona quais as aves que vai manter para criação.

Os padrões de exibição requerem que o consort exiba uma cabeça redonda.

Com bastante crânio de topo, e não mostrando penas apertadas atrás dos olhos, dando uma aparência de chicote.

Qualquer que seja o ângulo em que a cabeça é vista, ela deve ter uma igualdade constante.
Quando uma cabeça de um consort for alcançada, é possível colocar uma coroa que ela se ajusta perfeitamente.

A textura da pena deve ser levada em grande consideração.

Na textura, deve-se complementar o seu parceiro coroado.

Aqui podemos fazer uso da textura de pena menor, largamente exibida pela maioria dos consorts de qualidade.

Browning leve em cima dos olhos é desejável, mas numa raça como o Gloster Fancy onde é esperado que o corona tenha um conjunto circunscrito de penas na cabeça; diferente do seu parente maior o Crested, o browing pesado que constitui aquela crista que cria um olhar de “mal-humorado” não é necessário nem desejável.

Introdução ao Corona

Gloster Fancy Corona Variegado / Buff Fêmea



Nos Gloster Fancy, a ave com poupa é conhecida comocorona, e é provavelmente a grande responsável pelo enorme número de pessoas que criam Glosters Fancys.

A coroa actual é causada por uma mal formação do crânio e resulta em penas que se ordenam em forma circular.

Isto foi conseguido até ao seu estado presente de perfeição, dentro dos Glosters Fancys, por criação selectiva durante os últimos 75 anos, desde que a raça foi reconhecida como um tipo de canário.

O factor da coroa foi demonstrado como um factor dominante, e o Gloster Coronapode passar isto para 50% dos seus descendentes se o acasalamento consistir em 1 consort X 1corona.

Nota:
È possível, como eu disse anteriormente acasalar 1 consort X 1consort, isto já não é recomendável nos corona.

Se se reunir dois genes dominantes, estará-se a produzir um factor letal.

O filhote que herdar esta combinação será impossível de vingar, e normalmente sucumbe logo antes de ser chocado, ou seja, com um acasalamento de dois coronas haverá uma taxa de 25% de mortalidade.

Mesmo que tivesses êxito a criar uma ave destas, uma vez fora do ninho, é provável que seja mais susceptível a ajustes ou deficiências mentais. Se se vir mais de perto a genética de um acasalamento corona X corona verás que não é possível obter melhor do que, como as aves nascidas com um acasalamento de consort X corona. Concluindo, o acasalamento de corona X corona não oferece qualquer vantagem.

Usando o Gloster Corona na tua criação:

Gloster Fancy Corona Azul Macho



Agora que sabemos como o corona herda a sua coroa, é possível ver qual é o standard tipo para uma exposição.Pressupondo, que o criador está a usar aves próximas da perfeição em atributos corporais tanto quanto possíveis.

Quando se cria para exposição, há duas coisas que devem ser consideradas:

As aves de exibição são o produto final de uma cadeia de acasalamentos seleccionados, e são um stock de aves que formam a continuação da cadeia de criação.
(Tal como a criação dos canelas e dos amarelos.)

Pode-se dizer que necessitamos na criação de coronas, de uma ave que mostre uma boa qualidade de penas na coroa para se visualizar uma base próxima da perfeição.

Pontos que devem ser evitados ao seleccionar os coronas para criação, é aves em que faltam penas na coroa particularmente á frente, e os que têm o centro da coroa longe da frente.

Também as coroas que têm o centro muito perto da frente e os que têm uma prega entre a coroa e o pescoço.

Todos estes pontos são extremamente difíceis de tirar da criação, e se alguns destes pontos forem usados, serão encontrados durante anos na nossa criação.

Tal como é mencionado na informação dos grizzles, a forma mais desejável para produzir coronas, para exposição, é da variedade escura, e para este fim, o Gloster verde foi dado como possuindo o tipo de qualidade mais excelente das penas nos Glosters Fancys.

O Gloster verde é agora provavelmente, e universalmente aceite como sendo a ave mais útil dentro do nosso viveiro de Glosters Fancy.

Introdução aos Intensos
Gloster Fancy Corona Intenso Macho

Fotografia: Nuno Iglesias

Na tentativa de se atingir o standard de exibição, muito do teu trabalho vai ser com aves em que a textura das penas é buff (pássaros amarelos com uma grande percentagem de verde) em vez de Intensos.

Contudo, agora muitos dos criadores reconhecem a necessidade de ter um bom Gloster Intenso para uma melhor qualidade no seu viveiro.

O gloster Intenso devido principalmente a sua fina textura da pena, normalmente apresentam um aspecto delgado e comprido, em contradição com o standard de um glosterde exposição, por isso o uso regular de acasalamentos contínuos de Intenso X Intenso, ou IntensoX buff, é sem duvida um passo atrás na qualidade.

Ainda assim, depois de algumas gerações de acasalamentos de buff’s, se for acasalado um gloster Intenso com um buff, o patamar de qualidade atingido é sem duvida inquestionável.

Usando o gloster Intenso na tua criação:

Gloster Fancy Corona Intensa Fêmea

Fotografia: Rob & Ian Wrigth


Nunca subestimes o uso do gloster Intenso no teu viveiro, o uso deste tipo de gloster pode melhorar ou quebrar a qualidade da tua criação. É então essencial que tu mantenhas registos detalhados de todas as tuas aves.

Para beneficiar da introdução de sangue Intenso, precisarás de saber que quantidade de Intenso está em cada uma das tuas aves buff.

Além do mais, precisarás de mostrar um pouco de paciência antes de recolher as devidas recompensas, como precisarás de dar alguns passos atrás, antes de dar o verdadeiro salto em frente.

Tu vais ver que mesmo um gloster Intenso excepcional, nunca se pode comparar com o seu homólogo buff, mas colocando dois casais em que cada um contenha um parceiro Intenso, mais tarde irás recolher bons dividendos.

Se não desejas te dedicar aos Glosters Intensos com o propósito de os levares a exposição, então deves ter uma linha de Intenso separados da tua criação principal.

Isto vai permitir fazer uso completo da segunda geração de crias Intenso/buff, para tentar eliminar qualquer aspereza que comece a aparecer na tua linha principal de criação de buff’s.

Os Glosters buff’snascidos na segunda geração após o acasalamento com um Intenso, devem apresentar já um regresso as linhas exigidas pelo standard, enquanto continuam a mostrar a excelente plumagem herdada dos seus avós Intensos.

Qualquer Intensonascido do acasalamento Intensocom buffserá uma adição bastante benéfica para o teu viveiro, mas de modo algum, saturar a tua criação.

Assim sendo, e desta forma eles apenas serão guardados se forem aves exemplares.
Os consortes Intensos podem ser usados para tirar vantagem daqueles coronas com excepcionais bons corpos, que são o resultado da criação ideal, ou seja, retirar consortes buff’s que exibam pena curta.

Não infrequente esta ave mostra a falta de uma pena de boa qualidade na coroa, devido á quantidade de acasalamentos de buff’s que foram usados nas gerações anteriores, e enquanto inútil para exposição, é ideal para o uso acima esboçado.

Manutenção da criação dos IntensosPara começar a criar, e a manter uma boa criação de glosters Intensosde exposição, requer da tua parte uma considerável esperteza.

A maioria dos problemas que tu encontrarás será causada pela delicadeza da pena intensa.

Como exemplo, grande parte dos Intensosexibem um comprimento considerável de pernas e bicos pouco grossos.

As penas que constituem a coroa, serão vistas como cabelo e longe do standard exigido para exposição.

Contudo, apesar destas desvantagens todas, seguramente compensa a gloriosa profundidade da cor.

Com excelente material buffcom que trabalhar, a criação de bons Intensosestá longe de ser impossível, contudo é requerida dedicação e paciência.

Nota:Não tentes obter uma excepcional profundidade da cor, pois logo verás que quanto maior for a profundidade da cor, pior é a plumagem que exibe.

O que é necessário é um compromisso, onde a profundidade da cor é transportada, numa densa e boa textura de pena.

Uma vez isto alcançado, tu podes esperar para ver o aparecimento de um pouco de qualidade entre os consortes descendentes.

Vocábulo:
Buff = Canário amarelo com uma grande percentagem de verde"

Fonte: Pesquisa Diversa

Gloster - Introdução ás Cores

Introdução aos Canelas

Gloster Fancy Canela Corona Fêmea
3º Lugar Canelas Corona GCP - Gloster C.P. 08


"Em minha opinião, os tons subtis do gloster canela pôs esta variedade de cor entre as cores de canário mais atraente.

Devido á habilidade dos canelas para melhorar a estrutura da pena, o criador de glosters encontrará vantagem ao trabalhar sangue de canela em linhas semelhantes como é dito em cima para criar Intensos.

Regras semelhantes ás usadas no estudo dos Intensos, o uso de muito sangue de canela no seu estudo de gloster conduzirá a uma deterioração na cabeça e na qualidade do pescoço.

Porém, como com os Intensos, pode ser usada a boa qualidade da plumagem de canelacomo uma vantagem.

Ligação ao sexo

A herança do canela, têm ligação ao sexo, normalmente é difícil para um iniciado entender. Porém quando devidamente explicado, é relativamente simples.

O gloster canela é efectivamente uma ave tri-colorida, sendo a sua cor básica ou cor de fundo, o amarelo ou o buff que são chamadas cores lipocrómicas.

Sobreposto nesta cor aparece os pigmentos pretos e castanhos, conhecidos como melaninas.

No gloster verde, a cor natural do canário selvagem, muito do castanho é mascarado pelo domínio do negro, mas se nós removermos a presença das melaninas pretas e deixarmos só as castanhas, ficamos perante uma ave canela.

Agora, aqui vem a parte confusa, há dois tipos de aves canela:

Primeiro, o canela visual.

Estas aves têm os olhos vermelhos em jovens, que escurecerão até a idade adulta, na qual ficarão cor de ameixa, a cor da pena que a ave mostrará será o canela.

Segundo, portador de canela
(canela não visual).

Tudo o que foi dito anteriormente no canela visual acontece aqui, excepto a cor da pena, porque apesar de ser uma ave cheia de canela, ela está impossibilitada de expressar a cor canela na pena.

Genéticas

Como resultado de acasalamento canela, o macho pode ser um destes três tipos:

1. Canela
(canela visual)

2. Portador de canela
(canela não visual)

3. Sem canela

A fêmea pode ser canela neste caso ela mostra isso visualmente, ou sem canela.

Há cinco possíveis acasalamentos que envolvem coloração canela:

Acasalamentos

Resultados

1. Macho sem canela X Fêmea canela

Machos portadores de canela.

Fêmeas sem canela
(note-se que todo o macho portador de canela é normal em coloração, isto é, canela não visual)

2. Macho canela X Fêmea sem canela

Machos portadores de canela.

Fêmeas canela visuais
(o resultado deste acasalamento as fêmeas descendentes podem ser determinadas pela saliência dos olhos rosa uma maneira de manifestação nos canelas).

3. Macho portador de canela X Fêmea sem canela

Machos e Fêmeas sem canela.
Machos portadores de canela.
Fêmeas canela.

4. Macho portador de canela X Fêmea canela

Machos portadores de canela.
Fêmeas sem canela.
Machos e Fêmeas canela.

5. Macho canela X Fêmea canela

Toda a descendência canela.

Nota:
As fêmeas não podem herdar o gene de canela da mãe dela, nem ela o pode transmitir ás filhas dela.

Ela só pode receber isto do pai dela e só pode passar isto aos filhos dela.

Introdução aos Brancos

Gloster Fancy Branco Consort Macho

Fotografia: kanarienhaus



Uma das primeiras mutações de cor que um principiante de glosters irá ver será certamente è o branco.

È uma forma compacta, um emplumado denso, faço isto o assunto ideal para os especialistas, se os coloco com uma coroa escura, ou com uma coroa escura e com umas marcas nas asas, a beleza do gloster branco está além de comparação.

Brancos dominantes

A mutação de branco com o qual o criador de glosters está a trabalhar, é conhecida como dominante.

Embora existam brancos recessivos, os poucos exemplares estão na posse de alguns criadores que se especializam em novas cores de canários.

O canário branco dominante nunca é verdadeiramente um branco puro, pois sempre exibe uma leve cor de amarelo em algum lugar das asas, e ou, no rabo.

A remoção desta cor é impossível mas é possível para um perito que cria glosters fancy, onde a sua descoberta nos vai requerer mais do que um segundo olhar.

A maioria dos acasalamentos para produzir brancos é geralmente buff X branco, o parceiro branco pode ser de qualquer sexo, não pode é ser mais benéfico que o outro.

O branco raramente é acasalado com um parceiro amarelo, pensa-se que o uso de amarelos aumenta o transporte da pigmentação para os brancos produzidos neste acasalamento.

Brancos claros

Se desejas produzir brancos claros, terás mais êxito usando aves que não mostram nenhuma variação.

O uso do grizzle corona com coroa clara é uma vantagem neste acasalamento, mas para produzir com coroas escuras será aconselhável usar os consortes levemente marcados com coronas claros, ou consortes branco claro com coronas amarelo claro com coroa escura.

Genéticas

O modo de herança para o branco dominanteé exactamente igual que para os coronas.

O acasalamento de branco com amarelo claro, produz uma percentagem de 50% de cada cor que estará presente na descendência resultante.

Como o branco é dominante sobre uma cor normal dois brancos nunca devem ser empregues juntos como um par de criação, porque a junção de dois factores dominantes dá 25% de filhotes que não são viáveis, por exemplo não são bastante fortes para sobreviver.

Introdução aos Azuis


Gloster Fancy Corona Azul Macho

Fotografia: Quintão

Tão atraente quanto a mutação branca dos glosters, este raramente toma o segundo lugar para o azul.

O branco claro podemos compara-lo com o claro normal, enquanto o azul é uma parte correspondente do verde.

O gloster azulque exiba uma excelente forma, junto com comuns finos traços escuros num fundo azul, particularmente se é um corona que possui aquela marca de escuridão em toda a pena da coroa que acentua sua radiação, nunca falha na sua atracção.

Para criar este tipo de gloster é aconselhável que não mostrem nenhum defeito, especialmente na garganta.

O gloster azulé só um pigmento do branco estando então sujeito ás mesmas leis de herança, sendo sempre acasalado com parceiros de criação normais.

Genéticas

Casais para produzir azuis dominantes são

Acasalamentos

Resultado

1. Macho azul X Fêmea verde

Jovem azul.
Jovem verde.

2. Macho verde X Fêmea azul

Jovem azul.
Jovem verde.

3. Macho azul X Fêmea canela

Machos azuis, portadores de canela.
Fêmeas azuis.
Fêmeas verdes

4. Macho canela X Fêmea azul dominante

Machos azuis, portadores de canela.
Machos verdes, portadores de canela.
Fêmeas fawn.
Fêmeas canela.

5. Macho azul, portador de canela X Fêmea canela

Machos azuis, portadores de canela.
Machos verdes, portadores de canela.
Machos fawn.
Machos canela.
Fêmeas azuis.
Fêmeas verdes.
Fêmeas fawn.
Fêmeas canela.

6. Macho azul, portador de canela X Fêmea verde

Machos azuis.
Machos verdes.
Machos azuis portadores de canela.
Machos verdes,
portadores de canela.
Fêmeas verdes.
Fêmeas fawn.
Fêmeas canela.

Vocábulo:
Fawn=Canários brancos com manchas canela."

Introdução aos "Grizzles"


Gloster Fancy Corona Grizzles

Fotografia: Origem Desconhecida



O gloster grizzle é um canário claro para este tipo de classe do canário fancy, e pode ser consort como corona.

Não têm qualquer marca no corpo, e a cabeça varia de completamente clara, ou exibe umas leves sardas cinzas, ao invés da maioria dos glosters que exibem uma coroa escura.

Infelizmente, o gloster grizzle parece estar no declínio dentro dos glosters fancy.

Está principalmente a baixar pelo facto de as aves grizzle mostrarem características que entram em conflito com os padrões de exibição.

As aves grizzle tendem para ser aves mais longas, e na sua posição normal estão demasiado na vertical, o que não é muito bom quando em exibição.

Tal é uma vergonha, para o Lancanshire Coppy pensarem ser uma ave originária dele.

Nota:
Se desejas te especializar no gloster grizzle, atenção aos quistos de penas.
(que é um sintoma de muitos acasalamentos de buff X buff, resultando daí penas muito grossas. O uso de penas Intensas pode ajudar a reduzir estes riscos.)

Nenhuma explicação real está disponível, embora é evidente que a ave grizzle é mais propensa a ganhar quistos do que outro gloster qualquer.

Introdução aos Verdes


Gloster Fancy Consort Verde / TPE Macho


E como dizem os Ingleses “The last, but not the least”.

Provavelmente o Gloster de cor mais útil no seu viveiro, e sem duvida, o mais comum na maioria das criações dos criadores.

O gloster verde pode ser empregue directamente em qualquer espectro de cores de acasalamento.

É usado pelos criadores de glosters devido á excelente qualidade das penas exibidas pelo gloster verde.

Como o gloster verde agora é reconhecido como o mais útil em todas as variedades de cores, ele desfruta de um excelente sucesso nas exposições.

Se um consort ou um corona, for um bom verde, ele é capaz de dar muitas alegrias a um criador sério de canários glosters fancy.

Algumas das melhores coroas são encontradas nesta variedade de cor, é uma vantagem um criador ter encontrado um gloster corona capaz de transferir as necessárias características de exibição para os seus descendentes.

Os Verdes podem ser divididos em duas classes:

T.P.E
(Três Partes Escuras ou seja menos de 25% do corpo tem a cor amarela)

Buff
(Em que o corpo tem mais de 25% de cor amarela)

Nota:
Apesar de no meio ornitológico serem ambos chamados por verdes (no meio de criadores dedicados aos Glosters estes já são identificados como dois subgrupos do Verde, ou seja, são chamados por Buffs e TPE.) a qualidade da pena e textura são completamente diferentes."

Fonte: Pesquisa Diversa

Gloster - Standard IGBA e Pontos

As aves publicadas nos standards foram criadas por

Gloster Fancy Variegado / TPE Consort: Sra. Barbara Gray, California


Gloster Fancy Canela Corona: Sr. Robert Larochelle, Canadá


Corona:
Asseada, regular, forma redonda, sem quebras, olho perceptível
15 Pontos

com o centro bem definido
5 Pontos

Consort:
Cabeça larga e redonda em todos pontos, com uma ligeira acentuação no cimo do centro da
15 Pontos

com Sobrancelhas espessas
5 Pontos

Corpo:
Costas bem preenchidas; asas fechadas e juntas sem se cruzarem; pescoço curto e cheio; peito agradavelmente arredondado sem proeminências
20 Pontos

Cauda:
Curta, estreita, dando a impressão de ser uma prolongação do corpo
5 Pontos

Plumagem:
Junta ao corpo; firme; aparência de bom aspecto e cor natural
15 Pontos

Aspecto:
Alerta, com vivacidade e movimentos enérgicos
10 Pontos

Pernas e patas:
Tamanho médio; bem posicionadas; sem se ver as coxas
5 Pontos

Tamanho:
Tendência para o Diminuto (aprox. 11,5 cm)
15 Pontos

Condição Geral:
Saudável e limpa
10 Pontos

Total:
100 Pontos

Gloster - Origem

Gloster Fancy Verde / TPE Corona Macho


Gloster Fancy Variegada / Buff Consort Fêmea


"Ao contrário de outras antigas espécies de canários, a origem dos Glosters está muito bem documentada.

O desenvolvimento desta espécie, data de 1925.

O nome de Mrs. Rogerson de Cheltenham em Gloucestershire ficara para sempre associado à criação e desenvolvimento desta raça. Mrs. Rogerson foi a primeira criadora a expor este pequeno espécime, com poupa, numa exposição em em 1925 no Crystal Palace em Inglaterra.
Na altura este exemplar foi analisado pelos juízes que consideraram que o pássaro em causa apresentava diferenças face ao standard actual dos pássaros de poupa e que tinha potencial para evoluir como uma raça distinta.

Foi nesta altura que, o exemplar em exposição, serviu para desenhar o primeiro "standard of excellence" que permitiu o desenvolvimento dos Glosters.

No seguimento desse evento, um conhecido criador Escocês e juiz de renome, Mr. John McLay de Kirkintilloch, começou a cooperar com Mrs. Rogerson, e vieram a estabelecer as formas de referência. No livro de A.W.Smith "The Gloster Fancy Canary" é mencionado que a linha original de Mrs. Rogerson, teve como base cruzamentos de "Crested Roller Canaries" com os "Smallest Borders" que estavam disponíveis.

A linha de Mr. McLay, consistia em pequenos "Crests" cruzados com um determinado tipo de Borders.

Desta forma, genéticamente o Gloster é formado com base em três fontes distintas, no entanto, acabou por evoluir para uma espécie bastante diferente das suas origens.

Apesar de ter tido uma evolução lenta, hoje em dia esta espécie apresenta tanto no seu país de origem , Inglaterra, como noutros Países:Portugal, Espanha, França, Itália, Bélgica, etc.., inúmeros criadores e adeptos dos Glosters.

É uma das espécies que, estando presente em qualquer exposição, se apresenta como uma das mais requisitadas e mais solicitadas quer por criadores experientes quer por criadores iniciados que querem iniciar a sua experiência no mundo da ornitologia.

O Gloster:

é um canário pequeno da dimensão de 11,5cm, robusto e alegre,bico pequeno, curto e cónico, proporcional à dimensão da cabeça.

Um bico curto acentua a rotundidade da cabeça.

Gloster Fancy Canela Consort Fêmea


A cabeça do consort deverá ser grande (larga), globalmente bem arredondada (fonte alta, crânio largo), bochechuda com olhos centrados e visíveis sob sobrancelhas evidentes (espessas e bem visíveis), sem"cornichos"isto é penas na nuca.

Gloster Fancy Azul Corona Fêmea

Elegante, homogénea, redonda(circular), ampla e cheia (rica em penas), volumosa, simétrica a partir de um pequeno ponto central bem definido no alto do crânio, formada por penas largas caindo uniformemente até metade do bico e dos olhos e perfeitamente aderentes na zona da nuca (parte de trás da cabeça) com a qual se confundem."

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