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15/11/09

Fatores Intenso e Nevado

O fator intenso como sabemos é alelo mutante do fator nevado.

Todo os "serinus canarius" em estado silvestre são nevados.

O fator intenso surgiu da criação em cativeiro e já em 1709.

Herviux de Chanteloup relacionava entre vinte e nove variedades existentes a época o Serin Plein de cor amarela intensa (jonquille).

Se todos os pássaros silvestres são nevados, porque não acontece em cativeiro quando o acasalamento contínuo entre nevados nos conduz, no caso extremo, aos famigerados quistos (lumps)?

Simplesmente por que os pássaros silvestres possuem patrimônio genético estável e apesar de serem todos nevados a estrutura de suas penas e plumas, é praticamente, idêntica.

MUTAÇÃO DO FATOR NEVADO ORIGINAL

Na natureza a relação é sempre constante.

Pássaros deficientes ou com plumagem diferente dos normais, dificilmente sobrevivem ou se isto acontecer tem pouca chances de fixar a mutação que os tornou diferentes.
São rejeitados, normalmente, pelos da própria espécie e tornam-se presa mais visível para os predadores.

Imaginem um canário amarelo intenso entre seus congéneres silvestres: totalmente diferente em sua plumagem e com muito maior possibilidade de ser visto por seus predadores naturais.

Na criação em cativeiro, praticamente, as duas causas acima citadas não interferem como na natureza na selecção.

O homem, ao contrário, valoriza cores e formas diferentes da original e procura fixá-las.

A natureza é sábia e podemos na maioria dos casos constatar a cor mais terna das fêmeas para protege-las durante o período em que chocam.

Os machos, normalmente mais coloridos nos pássaros que criam em ninho aberto são mais facilmente vistos pelos predadores apesar de sua plumagem, mais atraente, ser fundamental para atrair também a atenção das fêmeas.

O homem, normalmente, em todas as suas criações de animais quebra este equilíbrio que existe nos animais silvestres.

A mutação denominada "intensos" surgiu em cativeiro talvez como reacção ao rompimento do equilíbrio existente nos nevados originais.

POR QUE O EQUILÍBRIO FOI ALTERADO

Se verificarmos como chegamos ao pássaro lipocrômico é fácil com os conhecimentos que hoje dispomos responder tal pergunta.

Antes de surgirem os pássaros totalmente isentos de melaninas começaram a aparecer em cativeiro os que denominamos "pintados".

Como sabemos também, as penas que não possuem melaninas, além de serem menos rígidas que as que as possuem, tem estrutura diferente.

A mudança de estruturas nas penas lipocromicas, nos pintados é fácil de se constatar e os genes que comandam outras características da pena além da cor, como comprimento, largura, diâmetro das barbas e barbulas e seu próprio comprimento foram também mudados.

Assim, o equilíbrio existente entre os pássaros silvestres no que se refere a estrutura das penas, foi rompido e passamos a ter nevados com várias estruturas de penas.

A mutação "intenso" talvez tenha surgido como uma necessidade natural dos pássaros para minimizar a diferença entre as estruturas da pena.

Há uma interacção importante entre a acção do locus "Intensos - Nevado" e do gene ou genes, não sabemos ao certo, que comandam a estruturas das penas.

Considerar a ação do primeiro sem levar em consideração dos outros nos parece pouco significativos.

A ligação estreita que existia entre os dois loci foi rompida e estudá-las em conjunto nos parece a melhor solução.

NEVADOS

Hoje sabemos que existe uma variação bastante grande entre os nevados.

Essa variação se expressa além da cor na quantidade de "névoa" aparente sobre a plumagem.

Nos pássaros de "névoa" acentuada se examinar-mos suas plumas e compará-las com penas de pássaros de "névoa" curtas da mesma região da plumagem veremos que são mais largas, isto é, barbas e barbulas mais longas.

Sendo estas mais longas, os canais internos são também mais longos, e as pontas mais finas.

O lipocromo tem maior dificuldade de atingir as extremidades, daí a ausência de coloração.

Isto nos leva a imaginar que a quantidade de lipocromo disponível para depósito seja idêntica, ou quase, em todos os pássaros.

Assim penas com barbas e barbulas mais longas ficam com as pontas sem lipocromo.
Penas com barbar e barbulas nos nevados conduzem a uma névoa menor.

A utilização de pássaros de névoa curta acasalados entre si nos tem conduzidos a pássaros praticamente sem névoa o que descaracteriza o nevado.

Existem pois nevados em uma grande gama de variações e considerados idênticos para fim de acasalamento e por demais simplificado.

INTENSOS

As penas dos pássaros intensos deveriam se caracterizar por serem ligeiramente mais compridas mas mais estreitas, com barbas e bárbulas mais curtas e canais intensos de maior diâmetro do que nos nevados.

Hoje, como nos nevados, existem intensos de uma grande gama de variações.
Nas raças onde são requeridas penas longas, praticamente, todos os intensos possuem alguma névoa.

Há casos em que se torna difícil definir se o pássaro é intenso ou nevado.
Afirma-se que o fator intenso em dupla dose era letal, hoje já não há certeza quanto a tal afirmação.

O acasalamento de intenso entre si reduz a largura das penas e as torna mais rígidas.

Os Gibbers e os Gibosos soam uma prova inconteste de tal fato.

O temperamento nervoso deste pássaro mostra que o factor intenso influi em outras características e não só na estrutura das penas.

A probabilidade de que pássaros destas raças sejam de duplo intenso é bem acentuada.
Como sabemos, os intensos heterozigotos tem possibilidade de produzir 25% de pássaros nevados mas eles não aparecem nas raças citadas, e a mortalidade de 25% de embriões fica difícil de ser sustentada.

Pode ser que em várias gerações tal fato ocorra mas os criadores sabem os recursos para evitar chegar a tal situação.

Há pois, intensos e intensos, e a única saída de se atingir a estrutura de pena ideal é analisa-lo nos dois pássaros a acasalar.

O acasalamento tanto de pássaros nevados entre si como de intensos necessita ser analisado com cuidado.

ACASALAMENTO INTENSO X NEVADO

Talvez no início da criação em cativeiro, após o surgimento dos intensos, pudesse ser este o acasalamento ideal para manter a estrutura de pena compatível para produzir tanto bons intensos como nevados.

Hoje, a situação é bem diferente.

Há necessidade de que se analise a estrutura da pena.

Tomemos como exemplo a raça Gloster.

O acasalamento entre pássaros nevados é utilizado em larga escala.

Após algumas gerações começam a surgir problemas.

Inicialmente penas por demais largas e moles que arruínam o contorno compacto desejável.

No extremo, o surgimento de quistos onde as penas não tem a rigidez mínima necessária para romper a pele, e crescem abaixo dela.

O pássaro de penas muito moles, mesmo que se acasalando com um intenso por mais compacto que seja, jamais produzira nevados de estrutura de penas desejada e os intenso terão as penas com barbas e barbulas por demais longas para expressarem as características de um bom intenso.

As remiges e retrizes serão longas e a névoa aparece muito.

Tais intensos dificilmente se prestaram para corrigir estruturas de pena de outros nevados longos. Isto sem considerar os outros factores que influem na estrutura como distribuição das melaninas, tipo de melanina, ausência de lipocromo etc.

Assim, é necessário não considerar somente os intensos e nevados para realizar acasalamentos que conduzem a bons resultados.

Nos frisados parisienses o desaparecimento dos chamados penas duras é outro problema a ser enfrentados pelos criadores.

Hoje, a intensos de penas tão longas como os nevados e estes são os que ganham os prémios.

O balanceamento da estrutura é fundamental para obtenção de pássaros de concurso.

CONCLUSÃO

Como podemos ver de tudo o que foi escrito, na situação actual o cuidado em interpretar a acção dos factores intenso e nevado inteirados com os factores que influenciam na estrutura da pena é fundamental para se conseguir resultados satisfatórios e o maior numero possível de filhotes com condição de concorrer com sucessos em concursos.

Há pássaros que, mesmo não tendo condições de serem apresentados em concursos, possuem a estrutura de pena ideal para produzir filhotes que podem concorrer com sucesso.

Nos Parisienses, um intenso de penas duras jamais ganhará um concurso entre os de sua classe, mas é imprescindível para manter uma estrutura de penas compatível com a necessidade da raça e corrigir as penas por demais "moles" que surjam no plantel.

Como podemos ver, hoje, os fatores intensos e nevados não são tão simples de serem abordados.

02/11/09

Formar Casais

Ao iniciarmos uma criação de canários de cor, as primeiras regras de acaslamentos que aprendemos são:

CANÁRIO INTENSO X CANÁRIO NEVADO
CANÁRIOS MOSAICO X CANÁRIO MOSAICO


Porém, ao formarmos os casais, obedecendo tão somente as regras acima, não necessariamente estamos a acertar.

Temos que analisar cada canário por outras características, entre elas o tamanho das penas.

Normalmente um canário de cor INTENSO, possui penas curtas ou médias, quase nunca longas, e se as tiver, tenderá a ser um canário mau, pois estas tendem a nevar ou terem "schimel".

Já um canário de cor, NEVADO, possui penas médias ou longas, caso seja de penas curtas perde boa parte de suas características.

Os melhores canários que tenho visto, quanto ao TAMANHO e FORMA, são os canários de PENAS MÉDIAS.

Quando a COR, os canários INTENSOS de penas curtas apresentam maior concentração de cor e marcação, porém perdem em tamanho e forma, isto não ocorrendo nos canários nevados, que quando de penas médias, apresentam melhor marcação.

Ideal seria um canário INTENSO de PENAS MÉDIAS com a concentração de cor de um canário de pena curta.

Isto leva-me a crer que devemos procurar criar canários de PENAS MÉDIAS, tanto para INTENSOS como para NEVADOS.

Vulgarmente ouço e inclusive já fiz estas duas junções: "COMPREI UM CASAL PERFEITO (tamanho, cor, forma) E SÓ CRIEI CANÁRIOS MÉDIOS OU RUINS" ou "CANÁRIOS CAMPEÃO DIFICILMENTE GERA FILHOS CAMPEÕES".

Vou tentar explicar porque isto geralmente é uma verdade:

Como se trata de canários perfeitos, estes geralmente são de PENAS MÉDIAS, e ao cruzarmos dois canários de PENAS MÉDIAS, teremos a tendência de aumentarmos o tamanho e volume de suas penas e, por conseguinte, perdermos marcação, mesmo nos nevados.

Voltando a regra básica de cruzamento: INTENSO X NEVADO, estamos na realidade querendo dizer: PENA CURTA X PENA LONGA, pois deste cruzamento surgem em maior quantidade os tão desejados canários PENAS MÉDIAS.

Hoje os criadores procuram criar canários para concurso e canários para reprodutores, visando os canários PENAS MÉDIAS para concurso e os PENAS CURTAS e LONGAS para reprodutores.

Por este enfoque chegamos a conclusão que nem sempre o canário perfeito aos nossos olhos, são os melhores para o nosso plantel.

Com os MOSAICOS, incorremos em erro com maior facilidade, pois como não existe classificação de cor em INTENSOS e NEVADOS, passa-nos desapercebido tal fato.

Devemos nos MOSAICOS seguir a mesma regra (penas curtas x penas longas) que utilizamos para os intenso e nevados.

Vários outros aspectos devem ser analisados ao formarmos nossos casais.

27/10/09

Canário Intenso / Nevado

"Na natureza todos os canários (serinus canaria) são nevados, o factor intenso é uma mutação que apareceu em cativeiro, em 1709 e na altura era considerado uma das 29 “raças” existentes na altura e designava-se por “Serin Plein” de cor amarelo intenso.

Uma questão que nos ocorrerá imediatamente será:

no estado selvagem os pássaros estarão repletos de quistos, afinal são todos nevados?!


É verdade que são todos nevados, contudo o património genético das aves selvagens é estável e a estruturas das penas de todos os elementos é praticamente a mesma, de tal modo que não existem pássaros com penas exageradamente moles, como existem em cativeiro.

No estado selvagem, aves com plumagens diferente do normal dificilmente sobrevivem e caso isso aconteça, muito dificilmente fixarão a mutação que carregam e nas próximas gerações a tendência é para que desapareça, isto porque, por serem diferentes são mais facilmente identificados pelos predadores e são também rejeitados sexualmente, pelo que dificilmente procriarão.

No caso dos canários intensos, seriam facilmente detectados por predadores, pelo seu brilho fora do vulgar, contudo em cativeiro as mutações normalmente são apreciadas pelo homem que tudo faz para que elas se fixem, além disso os pássaros não têm que se preocupar com predadores e as mutações, com maior ou menor dificuldade, conseguem fixar-se.

As mutações são de facto muito atractivas, mas têm obviamente efeitos secundários a que temos que prestar atenção e o caso do factor intenso teve consequências nas futuras gerações de canários em que foram utilizados, contribuindo para uma quebra do equilíbrio genético até aí existente.

Na natureza está tudo muito bem equilibrado e as mutações apenas serão fixadas se realmente houver condições naturais que as beneficiem.

A natureza não tem caprichos e não fixa mutações somente por as achar bonitas, daí que o património genético seja estável.

Se reparamos nada está ao acaso, os machos normalmente são mais atractivos e cantam, isto porque será mais fácil de conseguirem uma parceira, já as fêmeas possuem plumagens mais baças e não cantam, para que possam permanecer invisíveis durante o choco.

Para que tenham uma ideia de como esta mutação surgiu, será importante ter consciência de que os canários eram inicialmente melânicos e como todos sabemos as penas com melanina são normalmente mais duras.

Com o passar dos anos começaram a aparecer pássaros com pequenas zonas sem melanina, os quais o homem tentou, imediatamente, seleccionar e com o decorrer dos anos, acabou-se por chegar a pássaros totalmente isentos de melaninas, os quais apresentavam obviamente uma estrutura de penas diferente e sendo menos rígidas.

Contudo convém não esquecer que os genes responsáveis pelo comprimento das penas, cor, largura e diâmetro das barbas e bárbulas, têm ligação entre si e foram alterados.

Deste modo o equilíbrio natural das aves selvagens, foi quebrado e passamos a ter pássaros nevados com estruturas de penas diferentes entre si.

Mais tarde surge, então, a mutação intenso, que de certo modo veio colmatar as necessidades de aumentar a dureza das penas, contudo o equilíbrio do património genético entre as aves já havia sido quebrado e nunca mais voltaríamos a ter pássaros nevados geneticamente estáveis como os selvagens.

Existe uma enorme variação, no que toca a canários nevados e o grau de “névoa”, dureza das penas, largura e comprimento variam bastante.

Sendo assim, existem nevados com maior “névoa”que outros e se compararmos penas de uma mesma região, verificamos que nos mais nevados (com maior névoa) as penas são mais largas e o lipocromo tem maior dificuldade de atingir as pontas e daí resulta a existência das tais névoas que correspondem às extremidades das penas, onde o lipocromo não consegue chegar.

Ou seja, o lipocromo não consegue atingir as extremidades das penas, quando estas possuem barbas e bárbulas (são os canais presentes nas penas, por onde o lipocromo circula e se distribui) mais longas.

Em Penas com barbas e bárbulas mais curtas,o lipocromo já consegue chegar mais facilmente até às extremidades e consequentemente a plumagem apresenta menor névoa.
Se cruzarmos este tipo de pássaros ( com névoa curta) ao fim de algumas gerações eles não apresentam praticamente névoa nenhuma, por isso não podemos somente basear-nos no facto de um canário possuir névoa ou não.

Existem vários tipos de nevados, muito diferentes e devemos ter isso em atenção sempre que seleccionarmos aves para cruzar.

As penas dos intensos são mais compridas e estreitas e possuem bárbulas mais curtas que nos nevados contudo existem intensos com características muito variadas e em raças de penas longas, praticamente todos os intensos tem uma névoa ainda que muito ligeira, por isso definir um intenso é algo controverso.

Ao contrário do que se pensava, hoje em dia existem dúvidas em afirmar que o factor intenso é um gene letal.

Acasalar intensos entre si reduz de facto a largura das penas e torna-as mais rígidas, contudo, pensa-se que, o gene responsável pelo intenso, quando em homozigotia contribui para que as aves tenham tendência a ser mais nervosas, além de outras influências que não estão devidamente estudadas e comprovadas.

Tal como nos nevados, também nos intensos podemos afirmar que existem vários tipos de intensos e a metodologia a seguir será sempre a de analisar devidamente o tipo de penas dos pássaros que pretendemos cruzar e os objectivos que queremos atingir e ponderar se realmente esse cruzamento será o ideal .

Cruzar intensos entre si, ou nevados entre si terá de ser algo bem analisado e não deve tornar-se uma prática irreflectida, pois esses cruzamentos, especialmente a longo prazo, trarão problemas, daí que os acasalamentos mais aconselhados, pelo reduzido risco que envolvem, serão os acasalamentos entre nevados e intensos, contudo no caso particular dos Glosters, a maioria dos glosters são nevados, pois os intensos nunca conseguem ter as características de pena necessárias e é prática corrente cruzarem-se nevados entre si, contudo devemos ter sempre em atenção se as penas já não estarão num estágio exageradamente nevado e senão nos trarão problemas, se assim for e se o cruzamento for possível, podemos então cruzar nevados com nevados, contudo não o devemos fazer por mais que 3 anos e após esse período os descendentes devem ser cruzados com um intenso ou com um filho de um intenso.

Usar o filho de um intenso tem vantagens, pois assim conseguimos melhorar a qualidade das penas e por outro lado não sendo intenso, apresentará já uma melhor forma, quando comparado com um intenso.

Para concluir, não devemos reduzir a ideia somente ao facto de atender se um pássaro é nevado ou intenso, devemos fazer mais que isso e observar bem as características da estrutura das penas de cada pássaro independentemente de ser intenso ou nevado.

De referir também que nos nossos cruzamentos temos que utilizar pássaros que não sendo de “campeões”, possuam características de pena e não só, que serão muito úteis para fixar determinadas características no plantel e para criar “campeões” sobretudo a longo prazo.

Nota:
Um intensivo (yellow) que tenha uma cauda larga, plumagem baça e que tenha penas que não sejam firmes e apertadas, não deve ser usado para criação."

Fonte: Pesquisa Diversa

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