Palmarés 2009
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Os resultados até agora das Expo-Aves onde participamos.
3ª One Day Show Gloster Fancy - C.O. Freamunde
Julgamento IGBA*
7º Lugar
17ª Expo-Ave C.O. Antuã
Campeão Individual
Isabel Vermelho Mosaico Fêmea
Gloster Canela Consort
Arlequim Português Par
Vice-Campeão Individual
Isabel Vermelho Mosaico Fêmea
Gloster Canela Consort
Gloster Buff / Variegado Consort
3º Lugar - Individual
Isabel Amarelo Mosaico Macho
Isabel Vermelho Mosaico Macho
Isabel Vermelho Mosaico Fêmea
Gloster Buff / Variegado Corona
Expo-Ave 2009 A.O. Coimbra
Campeão Individual
Lipocrómico Vermelho Mosaico
Isabel Vermelho Mosaico Fêmea
Gloster Buff / Variegado Consort
Arlequim Português Par
Total de Prémio 2009
Individuais
Campeão: 7
7º Lugar IGBA* : 1
Total 2009: 15 prémios
*No formato de julgamento IGBA, são seleccionadas por exclusão 7 aves de cada classe e depois ordenadas do 1º ao 7º lugar.
Arlequim Português - Origem do Canário
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Tamanho: 12 para 16 cm
Origens da raça.
O actual canário Arlequim Português é o resultado do melhoramento por selecção dos antigos canários variegados, que desde há muitas décadas são criados e comercializados em Portugal.
O canário silvestre ancestral, espécie indígena dos arquipélagos portugueses da Madeira e dos Açores, foi desde o século XV trazido para Portugal continental em grandes quantidades, inicialmente destinados às casas nobres e posteriormente divulgados e criados por artesãos e camponeses.
Antes da fixação, por selecção, das actuais variedades totalmente lipocrómicas existiu uma mutação que, inibindo a melanina parcialmente em certas zonas do corpo (acianismo parcial), conduziu ao aparecimento dos primeiros canários variegados.
Os antigos canários malhados, resultantes desta mutação original, coexistiram desde sempre em Portugal com as actuais variedades homologadas, sendo criados por muitos aficionados devido às suas características de grande beleza e rusticidade.
A rusticidade deste canário, motivada pela grande variabilidade genética, é aliás uma das características que o tornam tão popular.
Mais recentemente apareceram alguns exemplares com factor vermelho e de poupa o que levou os criadores destes populares canários variegados a procederem à fixação do factor poupa, criando assim a base fenótipica de uma nova variedade de porte.
A criação selectiva entretanto efectuada, por iniciativa do Prof. Armando Moreno e de um grupo restrito de criadores, sobretudo a partir da década de 80, veio a tornar este canário mais longo, esguio e de cabeça mais estreita, mantendo a original poupa em tricórnio e a cor variegada com factor vermelho mosaico, destacando-se claramente do vulgar canário de cor, características que marcam actualmente o Arlequim Português.
O standard da raça, entretanto definido pelos seus promotores, veio a contribuir para a evolução no sentido da uniformização e fixação genética das várias características.
O reconhecimento nacional O Arlequim Português foi apresentado pela primeira vez numa exposição regional, da Associação dos Avicultores de Portugal em Lisboa, em 1997.
Em 1998 o Clube do Canário Arlequim Português solicitou a aprovação da raça tendo o dossier técnico, completo e pormenorizado, do Arlequim Português sido apresentado ao Colégio Português de Juízes de Ornitofilia – CPJO, que apreciou também diversos exemplares de vários criadores entretanto apresentados extra concurso nesse ano.
No ano seguinte, em 28 de Junho de 1999, após estudo e aceso debate e apreciação de diversos exemplares de poupa e sem poupa, individuais e equipas, a Comissão Técnica de Porte do Colégio Português de Juízes aprovou por unanimidade analisar esta candidatura de homologação, apreciando a raça extra concurso no maior nº de exposições regionais possível, e obrigatoriamente nos campeonatos nacionais, durante um período experimental de 2 anos -1999 e 2000.
Nesta apreciação e julgamento extra concurso deveriam estar presentes, no mínimo, 2 equipas de aves (com poupa e sem poupa), 7 individuais com poupa e 7 individuais sem poupa.
As aves julgadas, obrigatoriamente por 2 juízes de porte, deveriam possuir no mínimo 87% das características exigidas e definidas no standard da raça constante do dossier técnico apresentado para que a raça fosse definitivamente aceite em Portugal.
Decorridos os 2 anos de apreciação, reuniu de novo a Assembleia Geral Ordinária da Comissão Técnica de Porte do CPJO, tendo sido apresentados e discutidos os resultados obtidos nos 2 anos de apreciação. Nesta Assembleia, realizada no decurso do 56º Campeonato Nacional de Ornitologia de Peniche, em Dezembro de 2000, foi definitivamente aprovada e homologada em Portugal a raça Arlequim Português, classificada como raça de porte de plumagem lisa e de poupa. Esta raça passou a ser incluída nas classes E63 a E64, individuais e por equipas, e tem vindo a ser apresentada oficial e regularmente em diversas exposições regionais e em todos os Campeonatos nacionais, com um elevado número de exemplares e classificações suficientes.
O reconhecimento mundial Para que uma nova mutação ou raça seja reconhecida pela COM/OMJ, determinados requisitos têm de ser cumpridos. Estes requisitos são tidos como os mínimos de forma a garantir que as características genéticas estão definitivamente fixadas e para que o fenótipo da raça não sofra variações acentuadas e se mantenha dentro do standard definido para a raça.
A COM/OMJ define os seguintes requisitos para o reconhecimento de uma nova raça:
O pedido deve ser feito por um país membro da COM que fornecerá um processo completo com a documentação relativa à nova raça, standards e fichas de julgamento. Deverão ser apresentados “fora de concurso” o mínimo de 1 equipa de 4 aves e 5 aves individuais, de um ou vários criadores, durante 3 anos consecutivos nos campeonatos mundiais COM. O julgamento destas aves será efectuado por um conjunto de 5 Juízes de diferentes países, com excepção de 1 juiz do país membro que apresenta a raça.
Os Juízes avaliam as aves de acordo com o standard proposto e emitem um relatório escrito. As aves avaliadas deverão obter um mínimo de 87% das características necessárias de acordo com o standard (mínimo de 87 pontos).
Se estas condições não forem cumpridas em qualquer dos anos do processo este deve recomeçar do início.
Os promotores da raça Arlequim Português manifestaram, logo desde a homologação nacional, o objectivo de apresentar esta raça às instâncias internacionais COM/OMJ, para análise e posterior homologação. Este objectivo é plenamente justificado.
Assim decidiu-se apresentar esta raça COM/OMJ, no ano seguinte à homologação nacional, em 2001, por ocasião do 49º Campeonato Mundial realizado em Santa Maria da Feira - Portugal.
Nesta exposição as aves não atingiram os mínimos requeridos, em grande parte devido à inexperiência dos criadores e promotores, tendo o processo recomeçado do início.
No 51º Mundial de Amiens - França em 2003 foram de novo apresentados exemplares extra concurso para apreciação.
No entanto apesar de terem sido apresentadas 5 individuais de poupa, 5 individuais sem poupa, 1 equipa de poupa e 1 equipa sem poupa só foram apreciadas algumas destas aves e estas não obtiveram o mínimo de 87% das características do Standard pelo que a raça foi de novo recusada, levando ao recomeço do processo desde o primeiro ano.
Em reunião efectuada em 5 de Julho de 2003, estando presentes diversos responsáveis do Clube do Canário Arlequim Português e da Comissão Técnica de Canários de Porte do Colégio Português de Juízes de Ornitofilia, foi decidido modificar o Standard do Canário Arlequim Português como forma de o tornar mais objectivo, mantendo as características básicas da raça de acordo com o estabelecido inicialmente pelos seus promotores e criadores, mas adaptando-o à evolução entretanto verificada.
Foi definido que a pontuação de algumas das rubricas deveria ser alterada, de forma a caracterizar melhor o sua importância relativa, tendo por base critérios técnicos e não esquecendo que se trata de uma raça de porte.
Assim foi decidido que rubricas como a Cor, a Cabeça/Poupa e a Cauda deveriam diminuir a sua importância relativa, enquanto que outras, como o Corpo (forma) e a Posição/Movimento deveriam ter uma maior pontuação, por serem rubricas mais distintivas e ligadas ao porte da ave.
Esta alteração do standard, tem em vista clarificar alguns aspectos das características de raça de porte, tornando-o mais objectivo e facilitando assim a correcta avaliação por parte dos juízes nacionais e internacionais.
No 52º Mundial de Lausanne – Suíça apresentámos de novo uma selecção de 9 Arlequim Português – 5 individuais e 1 equipa – que foram apreciados por Juízes OMJ de vários países.
Desta vez, e atendendo à modificação recente do standard, foi necessário um grande trabalho de divulgação do novo standard, através da publicação de artigos em várias publicações da especialidade.
Este trabalho contribuiu para um maior conhecimento da raça e para a eliminação de muitos dos preconceitos, a nível internacional, contra o Arlequim (um canário ainda erradamente visto como um “malhado” ou “panaché” por alguns) mas não foi suficiente para obter o reconhecimento.
Apesar de, mais uma vez, em Lausanne, terem ocorrido algumas irregularidades, temos de reconhecer que um processo deste tipo se faz ao longo de anos e as aves apresentadas ainda não apresentavam todas as necessárias características (e a uniformidade de conjunto) para aprovação internacional.
Felizmente este ano já se evoluiu bastante, em termos de Corpo, Tamanho e Cabeça/ Poupa, pelo que podemos apresentar um grupo de aves mais homogéneo e ainda mais próximo do Standard da raça, o que nos dá a todos mais incentivo, força e esperança para superarmos esta difícil avaliação internacional da COM/OMJ.
É com esta motivação que a raça Arlequim Português se apresentará de novo para apreciação extra concurso no 53º Campeonato Mundial de Bad Salzuflen na Alemanha, no qual esperamos obter melhores resultados. "
Fonte: Desconhecida
Palmarés desde 2008
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Campeão Individual
Lipocrómico Vermelho Mosaico Macho
Isabel Vermelho Mosaico Macho
Isabel Vermelho Mosaico Fêmea ( 2 )
Arlequim Português Par Fêmea
Arlequim Português Par Macho
Gloster Corona Variegado / Buff Macho
Gloster Consort Buff / Variegado Fêmea
Gloster Consort Canela Fêmea
Vice-Campeão Individual
Isabel Vermelho Mosaico Fêmea
Gloster Consort Buff / Variegado Macho
Gloster Corona Canela Fêmea ( 2 )
Gloster Consort Canela Fêmea
3º Lugar - Individual
Isabel Amarelo Mosaico Macho
Isabel Vermelho Mosaico Macho
Isabel Vermelho Mosaico Fêmea
Gloster Corona Buff / Variegado Macho
Gloster Corona Canela Macho
Gloster Consort Azul Macho
Gloster Consort Verde Nevado Macho
3º Lugar - Equipa
Isabel Mosaico Vermelho Fêmea
7º Lugar
Julgamento IGBA*
Gloster Corona Variegado / Buff Fêmea
Gloster Buff / Variegado Corona Macho
Total de Prémios Acumulados: 24
Individuais
Campeão: 9
Vice-Campeão: 5
3º Lugar: 7
Equipa
3º Lugar: 1
7º Lugar IGBA* : 2
Total Acumulado: 24 prémios
*No formato de julgamento IGBA, são seleccionadas por exclusão 7 aves de cada classe e depois ordenadas do 1º ao 7º lugar.
Lipocromo - Julgamentos
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O que vem a ser lipocromo?
É um pigmento vegetal que os pássaros retiram dos alimentos e após absorvidos pelo organismo é depositado nas penas, dando assim a coloração das penas.
Os pigmentos se manifestam na plumagem dos canários através das cores: amarelo e vermelho, podendo sofrer alterações na sua cor.
Caso ocorra a mutação marfim, essa mutação tem por característica diluir o amarelo e o vermelho.
É importante sabermos que a cor de branca tem ausência de depósito de lipocromo, enquanto o Canário Branco dominante manifesta lipocromo amarelo em algumas penas longas das asas.
A avaliação do lipocromo será feita através do item variedade, que consiste na análise de três elementos: grau de pureza, teor quantitativo e uniformidade.
Grau de Pureza:
O canário deve ter a cor na tonalidade mais pura possível, de acordo com o exigido pela cor de referência.
Teor Quantitativo:
O canário deve expressar ao máximo seu lipocromo.
Uniformidade:
O canário deve ter seu lipocromo distribuído de forma homogênea por todo o corpo.
Os elementos de análise são usados tanta para a avaliação dos canários lipocromos (linha clara) quanto para os canários melânicos (linha escura). A única diferença de avaliação será nos valores atribuídos na tabela de pontuação, já que para os canários lipocrômicos o item variedade é mais exigido e varolizado.
Ver tabela:
VARIEDADE
(lipocromo)
MÁXIMO TEÓRICO
Lipocromico (Linha Clara)
30
Melânicos (Linha Escura)
15
MUITO BOM
Lipocromico (Linha Clara)
28
Melânicos (Linha Escura)
14
BOM
Lipocromico (Linha Clara)
26 a 27
Melânicos (Linha Escura)
12 a 13
REGULAR
Lipocromico (Linha Clara)
24 a 25
Melânicos (Linha Escura)
10 a 11
FRACO
Lipocromico (Linha Clara)
22 ou 23
Melânicos (Linha Escura)
08 ou 09
Os conceitos de muito bom, bom, regular e fraco é conseguido pelo canário, conforme sua proximidade de padrão ideal, que é o seguinte:
Fundo Amarelo
Lipocromo Amarelo

Foto: indeterminda
Grau de Pureza:
Lipocromo limão com menor influência possível do dourado.
Teor Quantitativo:
Expressão máxima do lipocromo.
Uniformidade:
Ausência de zonas de concentração de lipocromo.
Fundo Amarelo Marfim
Grau de Pureza:
Lipocromo limão
Teor Quantitativo:
Expressão máxima do lipocromo, não deixando dúvida que o canário é marfim.
Uniformidade:
Distribuição homogênea do lipocromo.
Fundo Vermelho
Lipocromo Vermelho

Grau de Pureza:
Lipocromo vermelho vivo.
Teor Quantitativo:
Expressão máxima do lipocromo vermelho
Uniformidade:
Sem área de concentração.
Fundo Vermelho Marfim
Grau de Pureza:
Lipocromo rosa vivo.
Teor Quantitativo:
Expressão máxima do lipocromo, não deixando dúvida que o canário é marfim.
Uniformidade:
Distribuição homogênea do lipocromo.
A análise do grau de pureza, teor quantitativo e uniformidade deve ser feita de forma independente, pois são possíveis todo tipo de combinações entre eles, mesmo que sejam avaliados em conjunto para se obter a pontuação. "
Branco
Lipocromo Branco

Foto: origem indeterminada
Fonte: Leonardo Monteiro Juiz OBJO
Gloster Fancy
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Canaril Fabrizio Loppolo
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Campeonato do Mundo 09
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Gloster Fancy Campeonato do Mundo - Piacenza, Italia 2009
Parte I
Campeonato do Mundo 09
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Gloster Fancy Campeonato do Mundo - Piacenza, Italia 2009
Parte II
Gloster Fancy
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Gloster Asel, Alemanha
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Glosters a Treinar para Concurso
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Gloster Fancy
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Gloster Consort no Choco
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